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09/06/2008 06:00

Aceitação

Pouca gente está satisfeita com a aparência que tem. Até mesmo modelos e estrelas de cinema costumam reclamar de seu visual. O fato é: algumas coisas podem ser mudadas, como o peso, a cor do cabelo, o formato do nariz, o modo de se vestir. Mas muitas coisas não podem. É saudável ter uma certa preocupação com a aparência, o que não é saudável é transformar isso em obsessão e motivo de infelicidade.

Se quiser se tornar atraente, invista em sua personalidade e desenvolva o seu próprio estilo. Torne-se uma pessoa interessante, que sabe manter uma conversa agradável e sabe tratar bem os outros bem. E não perca seu tempo tentando agradar pessoas superficiais, que valorizam apenas o aspecto exterior: elas não valem a pena.
enviada por Ricardo Bellino



26/05/2008 06:00

Definição de empreendedor

Uma das melhores definições que já ouvi da palavra empreendedor é a seguinte: “Ser um empreendedor é muito mais do que ter vontade de chegar ao topo de uma montanha. É conhecer a montanha e o tamanho do desafio; planejar cada detalhe da subida; saber o que você precisa levar e que ferramentas utilizar; encontrar a melhor trilha, estar comprometido com o resultado; ser persistente; calcular os riscos; preparar-se fisicamente; acreditar na sua própria capacidade e começar a escalada”.
enviada por Ricardo Bellino



19/05/2008 06:00

Empreendedora brasileira recebe prêmio inédito

Pela primeira vez em suas quatro décadas de existência, o tradicional prêmio Personalidade do Ano promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos irá homenagear uma mulher brasileira. Realizada anualmente em Nova York, a premiação tem como objetivo reconhecer as lideranças empresariais cujas atuações mais contribuem para estreitar os laços comerciais que unem o Brasil e os EUA. A votação é feita pelos integrantes do comitê do prêmio, e este ano, a primeira brasileira a recebê-lo é a presidente do Grupo Edson Queiroz, Yolanda Queiroz .

Em 1982, Yolanda teve de lidar com a morte prematura do marido, o empresário Edson Queiroz, falecido em um acidente aéreo. Teve de lidar também com o desafio de assumir o comando do grupo empresarial por ele fundado. Não era uma missão das mais fáceis dar continuidade à visão e ao talento empreendedor de Edson Queiroz. Em 1951, o empresário foi um dos pioneiros no fornecimento de gás liquefeito de petróleo (GLP), numa época em que o produto era um ilustre desconhecido entre nós e ninguém cogitava tê-lo em sua casa. Com o tempo, a empresa fundada em Fortaleza, no Ceará, acabou se tornando uma das maiores distribuidoras de gás de cozinha do país, expandindo suas atividades para vários outros setores.

Yolanda revelou-se uma sucessora à altura do marido. Sob o seu comando, o conglomerado registrou considerável crescimento nos mercados interno e externo. O Grupo Edson Queiroz hoje emprega 13 mil funcionários, constituindo um dos 100 maiores conglomerados empresariais do Brasil. São 19 empresas que atuam de norte a sul do Brasil, em áreas que vão da distribuição de gás, água mineral e refrigerantes à metalurgia, comunicação, agropecuária, agroindústria e negócios imobiliários, assumindo a liderança em diversos setores. No que diz respeito à água mineral, por exemplo, o grupo detém mais da metade do mercado nacional, com marcas como Minalba e Indaiá, entre outras. No setor das comunicações, o Sistema Verdes Mares - com TV, rádios e jornal – possui uma presença significativa nas regiões em que atua. O Grupo registra, ainda, uma atuação efetiva na educação. Além de ser a mantenedora da Universidade de Fortaleza, instituição com 16 mil alunos, a Fundação Edson Queiroz investe em diversas outras iniciativas sócio-educacionais.

O prêmio concedido a Yolanda possui mais um caráter inédito: é a primeira vez que um grupo empresarial da região Norte-Nordeste é reconhecido pela Câmara de Comércio Brasil-EUA como instrumento para o desenvolvimento de negócios entre os dois países.

Juntamente com um brasileiro, a Câmara do Comércio costuma homenagear também um americano. O escolhido deste ano para receber o prêmio ao lado de Yolanda Queiroz é o americano Thomas McLarty, presidente da McLarty Associates, empresa de consultoria que presta serviços a corporações e instituições financeiras nos Estados Unidos e no exterior. A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 22 de maio no Grand Ballroom do hotel Waldorf-Astoria, em Nova York, em evento de gala com a presença de personalidades das comunidades empresarial e diplomática internacionais.



enviada por Ricardo Bellino



07/05/2008 12:27

Tesouros não tão ocultos

Um homem desce de uma estação do metrô. Ele veste jeans, camiseta e boné e carrega uma caixa de violino. De repente, ele abre a caixa, remove o instrumento e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa na hora do rush. Sua música é divina, mas ninguém se dá ao trabalho de parar para ouvi-lo. Estão todos apressados, às voltas com seus compromissos e preocupações cotidianas. Ninguém tem tempo para ouvir o músico.

No entanto, poucos dias antes, as pessoas chegaram a pagar ingressos de até mil dólares para ver aquele artista em um concerto no Symphony Hall de Boston. Seu nome é Joshua Bell e ele é considerado um dos maiores violinistas do mundo. O violino que ele tocava no metrô era um raríssimo Stradivarius, avaliado em mais de três milhões de dólares. A iniciativa de levá-lo incógnito ao metrô foi do jornal The Washington Post, que pretendia lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

O resultado desse experimento provoca uma instigante reflexão. Será que estamos perdendo a capacidade de olhar, ouvir e apreciar? Fechados em nossos pequenos mundos, ignoramos os tesouros que estão à nossa volta. Esses tesouros podem ser um talento que negligenciamos, relacionamentos que esquecemos de cultivar, sonhos que abandonamos na gaveta da memória. Às vezes eles assomam nos momentos mais inesperados, como o violinista vertendo sua alma na saída do metrô. Mas nós estamos muito ocupados para ouvi-lo...



enviada por Ricardo Bellino



02/05/2008 15:09

Improvisar ou não, eis a questão

A capacidade de improvisar é fundamental para o sucesso. Como bem sabemos, nem sempre as coisas acontecem de acordo com os planos. Ser capaz de pensar rapidamente numa solução original e viável pode representar a diferença entre o êxito e o fracasso. No entanto, existe uma enorme diferença entre saber improvisar quando necessário e fazer tudo na base do improviso. O improviso deve ser a exceção, e não a regra. Adotar o improviso como norma indica falta de organização, de planejamento e de disciplina. É jogar com a sorte em vez de traçar um caminho seguro. Planejar e improvisar quando necessário sugere flexibilidade e criatividade. Viver de improviso é um perigoso sinal de irresponsabilidade.


enviada por Ricardo Bellino



28/04/2008 13:16

A comida não cai no ninho

Dia desses li uma frase que chamou minha atenção. “Deus alimenta os pássaros, mas não joga a comida no ninho”. A frase evoca uma bela imagem. As oportunidades estão por aí, à nossa volta. Temos que erguer a cabeça e olhar ao redor. O primeiro passo consiste em entendermos que o mundo não se restringe ao conforto e à segurança de nosso ninho. Aliás, essa segurança é ilusória: nem mesmo o ninho é capaz de nos proteger das aves de rapina e dos vendavais. A segunda coisa a fazer é tomar coragem e aprender a voar. Por mais assustador que isso possa parecer no início, é somente ampliando nossa zona de conforto que poderemos ter acesso às infinitas oportunidades de crescer e de prosperar. Afinal, a comida não cai no ninho. Pelo menos, não no ninho de um pássaro adulto, que ainda não descobriu o poder de suas próprias asas.
enviada por Ricardo Bellino



25/04/2008 11:37

Renovação

É preciso admitir a verdade. O único motivo que nos impede de buscar a renovação é a preguiça. Não falta gente reclamando da rotina tediosa, do trabalho mecânico, da ausência de motivação e de prazer, da insatisfação generalizada no ambiente profissional. E se você lhes disser que quando isso acontece é porque chegou a hora de se renovar, vai ouvir uma série interminável de desculpas.

O fato é que não existe desculpa para permitir que nosso cérebro fique embotado e nossa mente comece a criar teias de aranha. Deixamos que isso aconteça por preguiça e acomodação. Nunca é tarde demais para sacudir a poeira e se renovar. As pressões do cotidiano não são motivo para deixar de ler, conversar, aprender, sorrir, amar, sonhar... Ao contrário: quanto maior for a pressão para que nos acomodemos, mais intenso deve ser nosso estímulo para resistir. Renovar-se é um ato de resistência. É insistir em ser uma pessoa inteira, e não pela metade.

enviada por Ricardo Bellino



24/04/2008 12:16

Visualizar e agir

Não importa a distância ou a duração do percurso. Qualquer jornada sempre começa com o primeiro passo. E o fato é que todos os dias podemos dar um passo a mais para realizar nossos sonhos. O problema é que esses primeiros passos nem sempre são grandiosos ou glamurosos. Na verdade, raramente o são. Há que se ter disciplina e persistência para fazer uma série de coisas que parecem chatas e sem graça, como acordar mais cedo ou abrir mão de parte do tempo reservado ao lazer para trabalhar naquele projeto pessoal, adiar viagens e compras a fim de poder juntar o dinheiro necessário para investir em seus planos, colocar em segundo lugar seus prazeres e descanso para dedicar-se ao planejamento e à ampliação da rede de contatos... Pois é, às vezes dá preguiça só de pensar.

Mas quando se trata de pensar nos resultados que desejamos obter, sempre damos um jeito de encontrar tempo. Imaginamos a nós mesmos recebendo os louros da vitória, ganhando parabéns e congratulações, desfrutando do sucesso com que tanto sonhamos... Há quem diga que isso se chama visualização. Ao visualizar-se realizando os seus sonhos, você está se automotivando e atraindo as energias necessárias para que eles se concretizem. Bem, tudo isso é possível. Os grandes realizadores sempre têm uma visão clara de suas metas. Mas é preciso lembrar que eles não ficam só nisso. Ao mesmo tempo em que visualizam algo, eles também se disciplinam para agir, para dar todos aqueles passos iniciais, às vezes chatos, mas sempre necessários – e é isso que realmente os coloca em movimento.

Visualizar é imaginar, planejar e agir. Imaginação sem planejamento e ação não é visualização. É apenas sonhar acordado.





enviada por Ricardo Bellino



22/04/2008 11:42

Nunca desista dos seus sonhos

Frases como “nunca desista dos seus sonhos” e “continue seguindo em frente” podem soar como clichês. Mas quando são proferidas por alguém que realmente as colocou em prática, então a coisa muda de figura. As palavras atribuídas a Walt Disney, o fundador da maior empresa de mídia do planeta, vão além do chavão: elas expressam a filosofia de um visionário, que não apenas criou um império, mas também tornou-se uma duradoura referência cultural capaz de influenciar gerações – o que não é pouco numa época em os modismos vão e vêm, ao sabor do momento.

A história começou a chamar minha atenção durante um recente cruzeiro da Disney que fiz com minha família. Ao assistir com as crianças a um espetáculo protagonizado por Mickey Mouse, percebi como esse personagem criado em 1928 ainda tem o poder de fascinar e entreter. Nada mal para um rato de 80 anos de idade. É uma façanha e tanto, que reflete a genialidade de seu criador. Reflete, ainda, sua capacidade de apegar-se a seus sonhos e de ir em frente, quando muitos se veriam tentados a simplesmente jogar a toalha e desistir.

O império de Disney nasceu num modesto estúdio, que também lhe servia de residência. Com muita persistência, o jovem desenhista, que mal tinha o que comer, conseguiu fechar um contrato com uma empresa que passaria a distribuir suas animações. Com a criação de um novo personagem, o Coelho Oswald, parecia que o negócio ia deslanchar de vez. Mas não foi isso o que aconteceu. Por causa de um contrato mal feito, Disney acabou perdendo os direitos sobre seu personagem, além dos desenhistas e das encomendas do estúdio. Quando seu irmão e sócio lhe telefonou desesperado, perguntando o que fazer, a resposta que ouviu foi: “Fique calmo. Já encontrei a solução”. E encontrou mesmo. A solução chamava-se Mickey Mouse.

O sucesso foi instantâneo e o estúdio enfim decolou. Disney ganhou um Oscar – o primeiro jamais concedido a uma animação, e um dos muitos que ele iria ganhar ao longo de sua carreira. Só que o destino lhe reservava outro revés. Por causa de um sócio desonesto, o estúdio ficou à beira da falência. Para variar, Disney tinha a solução. Era um projeto no qual poucos acreditavam. Mas ao transformar a velha história da Branca de Neve no primeiro longa de animação sonoro e a cores, Disney mais uma vez deu a volta por cima. O desenho gerou os fundos necessários para a construção de um novo estúdio e outros sucessos vieram em seu rastro.

Contudo, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, o estúdio começou a fazer água. Não deixa de ser emblemática a forma como Disney superou o fracasso pela terceira vez. Ele tinha duas escolhas: ou criava um grande sucesso, ou teria de vender sua empresa. Decidiu-se pela primeira opção e lançou Cinderela. E, assim como ocorre com a famosa personagem, ele também foi da pobreza à riqueza. Anos depois de sua morte, a empresa por ele fundada ainda está no topo, e hoje fatura cerca de US$ 22 bilhões por ano. Quando alguém assim nos diz para não desistirmos de nossos sonhos, é melhor prestarmos atenção.

enviada por Ricardo Bellino



18/04/2008 13:01

Conhecer para vender

Uma coisa que todo bom vendedor deve saber é que as técnicas de vendas não passam de acessórios. Elas podem ser úteis, claro, mas decorar um punhado de técnicas não faz de ninguém um grande vendedor. Robert Woodruff, o homem que presidiu a Coca-Cola durante décadas e a transformou em um império, foi direto ao cerne da questão quando disse: “O vendedor precisa conhecer e estudar a si próprio. Sua personalidade precisa ser autêntica. Não pode ser ardilosa e superficial. Os maiores vendedores têm sido capazes de projetar a si mesmos – isso se chama vender-se”. Esse é o principal desafio a ser enfrentado por todos aqueles que buscam o sucesso nas vendas.
enviada por Ricardo Bellino



17/04/2008 14:56

Pensamento do dia


“Celebre seus sucessos. Divirta-se com seus fracassos. Não se leve tão a sério. Relaxe e todos ao seu redor relaxarão. Divirta-se. Mostre entusiasmo – sempre. Quando tudo o mais falhar, vista uma fantasia e cantarole uma canção tola. Então faça com que todos cantem com você. Não dance a hula em Wall Street. Isso já foi feito. Pense em algo original. Tudo isso é mais importante, e mais divertido, do que você imagina e realmente engana a concorrência”. (Sam Walton, fundador da Wal-Mart)

enviada por Ricardo Bellino



16/04/2008 12:44

Ninguém é perfeito

Existem pessoas que deixam sua marca na história e acabam se tornando ícones – para usar uma palavra que está na moda hoje em dia. O problema ocorre quando achamos que um ícone deve ser, também, um modelo de perfeição. Isso seria negar a característica mais básica que qualquer pessoa possui – inclusive os chamados ícones. Essa característica é a sua humanidade.

Se há uma coisa que podemos aprender com aqueles que se destacam por seu talento, pelo sucesso que alcançaram em suas áreas de atividade e pela determinação com que venceram inúmeros obstáculos é, acima de tudo, a forma como se saíram vitoriosos, mesmo partilhando dos defeitos e fraquezas comuns a todos os seres humanos. Um ícone não é um exemplo de perfeição. É um exemplo de como vencer, apesar das imperfeições.



enviada por Ricardo Bellino



15/04/2008 12:04

A galinha dos ovos de ouro

Alguns negócios surpreendem pela aparente simplicidade da idéia que lhes deu origem e pelo estrondoso sucesso que algo aparentemente tão simples obteve. O Band-Aid foi criado por um funcionário da Johnson & Johnson para ajudar a esposa, que estava sempre cortando os dedos ao cozinhar. Acabou virando um dos produtos mais lucrativos da empresa. O Liquid Paper, aquele corretor muito usado na época das máquinas de escrever, foi inventado por uma secretária a partir de um vidrinho de esmalte e um pouco de tinta branca, que ela mesma produzia em sua cozinha. Essa foi a origem de uma indústria multimilionária.

Até uma coleção de embalagens plásticas de balas pode dar origem a um grande negócio. Um técnico de computação chamado Pierre Omidyar resolveu ajudar a namorada a expandir sua coleção de caixinhas de Pez – pastilhas muito populares nos EUA que vêm acondicionadas em embalagens no formato de personagens de desenhos animados. Para isso, ele criou uma página na web onde os colecionadores pudessem trocar informações e itens colecionáveis. Essa foi a origem do e-Bay, site de leilões virtuais que transformou Pierre em milionário.

Essas e muitas outras histórias similares nos mostram que a galinha dos ovos de ouro de fato existe: ela é a combinação da criatividade com o espírito empreendedor. A criatividade é a fagulha, a idéia inicial. O espírito empreendedor é o que transforma essa fagulha numa fogueira, ou seja, num grande negócio. Muitos podem pensar que um curativo caseiro, um vidrinho com tinta para encobrir erros de datilografia e um site para trocar embalagens de bala são idéias sem nenhum futuro. Mas quando é um legítimo empreendedor que está por trás dessas idéias, os resultados podem surpreender. E como!




enviada por Ricardo Bellino



14/04/2008 11:14

Reputação também se mede

Conforme já disse várias vezes nesse blog, a boa reputação é o patrimônio mais valioso, seja de uma empresa, seja de um indivíduo. Mas a reputação não é apenas uma percepção vaga e subjetiva que os outros possuem de nós ou de nossa companhia. É algo bem mais concreto do que isso, e que pode ser medido. É isso que faz o Reputation Institute, empresa que atua em vários países (inclusive no Brasil), e que além de prestar consultoria sobre como criar e manter uma boa reputação, também realiza pesquisas anuais para medir o grau de credibilidade de companhias do mundo todo.

E como se mede uma reputação? De acordo com o Reputation Institute, a reputação de uma empresa é construída com base em sete aspectos, todos mensuráveis: a qualidade dos produtos e serviços, a competência da governança corporativa, a liderança que ela exerce, seu compromisso com a cidadania, o ambiente de trabalho que ela proporciona a seus funcionários, sua capacidade de inovação e sua performance (os resultados financeiros que obtém).

A pesquisa mais recente do Reputation Institute listou as 50 empresas com as melhores reputações do mundo em 2007. Para compilar essa lista, foram consultadas, via Internet, 60 mil pessoas em 29 países. A pesquisou detectou o nível de confiança, respeito e admiração que as pessoas possuem em relação às empresas dos mais diferentes setores. E a grande vencedora foi a Lego, companhia dinamarquesa fundada em 1934 e que hoje está entre os maiores fabricantes de brinquedos do mundo.

Segundo o executivo-chefe do Reputation Institute, Charles Fombrun, as companhias que encabeçam a lista são aquelas que “assumiram a responsabilidade pelo desenvolvimento de suas regiões e são vistas como ícones nacionais. Elas ganharam confiança, respeito e admiração por se portarem de modo relevante para seus colaboradores e é por isso que chegaram ao topo”. Eis aí aspectos importantes a serem observados por todos os que se empenham em criar um desenvolvimento contínuo e sustentado para suas empresas.


enviada por Ricardo Bellino



11/04/2008 11:28

O pessoal e o profissional

Antes de se tornar um bom administrador de empresas, você precisa se tornar um bom administrador de sua vida. A forma como você lida com o seu tempo e com os seus compromissos e sua maneira de planejar e organizar suas atividades, seus gastos e suas metas vão afetar, de modo positivo ou negativo, o seu desempenho profissional. Esse é um caso no qual o ditado “casa de ferreiro, espeto de pau” não pode ser aplicado.

Às vezes, basta um foco de desorganização para afetar tudo o mais que você está tentando organizar. Como já disse antes, a vida pessoal e a vida profissional não são compartimentos estanques. Queiramos ou não, uma coisa influência a outra. Cabe a nós fazer com que essa influência seja harmoniosa e produtiva.

enviada por Ricardo Bellino






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